Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

[74] Ainda o Dharma...(4)

Citando Wolfgang PAULI (Prémio Nobel da Física) :

«Para nós (...) o único ponto de vista aceitável parece ser aquele que reconhece as duas faces da realidade -- o quantitativo e o qualitativo, o físico e o psíquico -- como compatíveis e que os abraça simultaneamente. (...) A satisfação última seria que physis e psyche, ou matéria e mente, possam ser vistas como  aspectos complementares da mesma realidade.»

publicado por Transdisciplinar às 19:44
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Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Ciência e verdade

    Quando os físicos começaram a explorar os fenômenos atômicos no início do século, ficou-lhes dolorosamente claro que todos os conceitos  e teorias que usamos para descrever  a natureza são limitados. Por causa das limitações essenciais da mente racional,   temos de aceitar o fato de que, nas  palavras de Heisenberg, "toda palavra ou conceito, por mais claros que possam parecer, possuem apenas uma gama limitada de aplicabilidade". As teorias científicas jamais poderão oferecer uma descrição completa e definitiva da realidade. Serão sempre aproximações da verdadeira natureza das coisas. Em palavras mais duras, os cientistas não lidam com a verdade ; lidam com descrições  limitadas e aproximadas da realidade.


Fritjof CAPRA,  Sabedoria Incomum.


( Nota : utilizei a grafia e a sintaxe da tradução brasileira de que me servi.)

publicado por Transdisciplinar às 20:31
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Sábado, 15 de Março de 2008

Fractais

    Encontrei um ponto comum consigo, MATS 1948 : fractais !

    Por curiosidade fui espreitar o seu blog. E vi que, para além de mim, tinha escolhido como "amiga" Fátima Monteiro.  Fui ver o blog dela e deparei-me logo  com um post duma "amiga" dela, Sofia Dourado, sobre. fractais.

    Ora os fractais -- além de serem lindos -- fazem parte dos meus interesses, por causa das teorias do caos e das catrástofes, do Gleik, do Mandelbröt, etc..Até encomendei  um livro só sobre eles ( "The Beauty of Fractals"-- andei  há bocado à procura dele, mas a minha biblioteca é uma confusão tal que não consegui encontrá-lo). Mas lembro-me muito  bem do encanto do livro e da teoria ( não posso é indicar-lhe o autor nem o editor ).

    Cheguei a pensar num projecto de  investigação sobre a aplicabilidade dos fractais às Ciências Sociais. Mas depois de falar com o meu amigo António Ribeiro (filho do Orlando Ribeiro), que  é Prof. de Geologia na Faculdade de Ciências e que eu sabia que usa os fractais nas aulas dele, cheguei rapidamente à conclusão de que tinha que pôr de lado o projecto. Porque não se  justificava o investimento que teria que fazer em aumentar  a minha formação matemática ( que é só a do Técnico -- e quantos anos já lá vão -- mais a francesa, mas essa foi sobre Matemática para as Ciências Humanas ) para poder trabalhar a .sério com fractais

    E aqui fica a minha fracassada história de amor com os fractais.

publicado por Transdisciplinar às 18:46
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